Angola deve promover o desenvolvimento sustentável, assegurando a inclusão económica e social, a estabilidade macroeconómica e a diversificação da economia nacional, para reduzir as desigualdades.
Esta posição está expressa na Declaração do Bureau Politico do MPLA por ocasião do 56º aniversário do inicia da Luta Armada de Libertação Nacional que se assinala a 4 de Fevereiro em que exorta o povo angolano a continuar a sua luta patriótica para a construção de um futuro de paz, de concórdia e de progresso económico e social no País.
Cinquenta e seis anos depois, o MPLA rememora o glorioso acto do 4 de Fevereiro de 1961 como o começo de uma nova etapa da luta pela libertação nacional de Angola, com o assalto às prisões coloniais de Luanda, por nacionalistas armados apenas de catanas, que acenderam para sempre a chama libertadora da Pátria angolana.
De acordo com o documento, o MPLA reafirma a sua opção pela criação de uma sociedade justa, equitativa e culturalmente desenvolvida, em que seja erradicada a fome e a pobreza, assente na igualdade de oportunidades para todos os cidadãos, com realce para o desenvolvimento humano e justiça na distribuição do rendimento nacional, de modo a assegurar a estabilidade política e social do País.
Advoga que a libertação total do povo angolano e a liquidação de todas as sequelas do colonialismo passam pelo despertar de uma nova consciência para com o trabalho, para o controlo nacional dos gastos, para mais disciplina e melhores resultados, em todos os sectores.
Neste contexto, deve-se assegurar o papel crucial do Estado, como agente regulador e coordenador de todo o processo de desenvolvimento de Angola, devendo o mesmo exercer uma função de liderança, com base numa visão estratégica, concertada com a sociedade civil, com o sector empresarial e com toda a Nação.
Defende que o desenvolvimento integral do homem angolano e a melhoria das condições de vida dos cidadãos e das famílias estiveram sempre na linha da frente dos objectivos e da luta do MPLA, razão porque continuará a promover a elevação do nível de desenvolvimento humano dos angolanos, aumentando a esperança de vida à nascença e melhorando significativamente o acesso da população aos serviços básicos, que determinam o seu nível de bem-estar.
Como declarou o Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, na sua Mensagem de Ano Novo, “devemos aplicar o princípio de que a união faz a força. Vamos, juntos, promover a cultura do mérito, para produzir com melhores resultados, de modo a aumentarmos e distribuirmos com maior justiça a riqueza nacional”.
“Os angolanos devem orgulhar-se das conquistas já alcançadas e continuar a acreditar no seu país, onde quer que estejam, para o engrandecimento da Nação, harmonizando os seus interesses individuais com os colectivos, sendo este o melhor tributo a prestar aos heróis do 4 de Fevereiro. Honremo-los, construindo um futuro melhor”, lê-se na declaração . (Angop)